Com mais de 140 participantes, aconteceu na capital federal entre os dias 19 e 21 de abril o 26° Aberto de Brasília, o segundo mais tradicional torneio de Golfe do país. Jogadores e jogadoras de vários estados como Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e, é claro, do próprio Distrito Federal disputaram tacada a tacada as primeiras colocações nas diversas categorias de handicap contempladas no torneio. Ao todo foram oito: cinco masculinas (Scratch; de 0 a 8.5; de 8.6 a 14; de 14.1 a 22.1 e de 22.2 a 33) e três femininas (Scratch; de 0 a 16.4 e de 16.5 a 33).
O Aberto de Brasília deste ano já começou com pé direito. Pela primeira vez, em seus vinte e seis anos de história, as inscrições encerraram-se com dez dias de antecedência. A imensa procura por vagas superou as expectativas da Federação Centro-Oeste & Nordeste de Golfe – FECONG. Seu Presidente, Rodrigo Ribeiro, atribuiu esse sucesso à vários fatores: “O campo de Brasília hoje é um campo renovado e pode ser considerado como um dos melhores para a prática do esporte no Brasil; através dos anos estamos procurando aperfeiçoar o evento cada vez mais; outra coisa que ajudou também nesse ano foi o famoso ‘boca-a-boca’, porque quem jogou aqui em 2008 gostou e incentivou outros golfistas que a participarem também; e por fim o fato do Aberto de Brasília ser um torneio muito tradicional e válido para o ranking nacional faz com que os melhores jogadores venham competir aqui. Para eles, ganhar em Brasília tem um sabor especial por propiciar um grande peso e respeito para suas carreiras”, declarou Rodrigo.
E as novidades não param por aí. Neste ano de 2009, outro fato inédito ocorreu; também pela primeira vez nos seus vinte e seis anos de existência, ocorreu a introdução do ‘corte’ em todas as categorias depois do segundo dia de competição. Isso fez com que os jogadores se concentrassem ainda mais, acirrando as disputas por vagas para o último dia de torneio. Mas a organização do torneio não deixou por menos e pensou em tudo; para aqueles golfistas que porventura não jogaram bem e ficaram tristes com as suas performances, foi criado o “Torneio Tesourinha”. Essa competição super descontraída reuniu logo após a saída do ultimo grupo de jogadores ainda estavam na disputa por troféus, aqueles golfista que foram ‘cortados’ no segundo dia. O “Torneio Tesourinha” foi disputado em nove buracos no sistema Par-Point e tinha como objetivo principal, não só o troféu (uma ‘tesoura de cortar grama’), mas principalmente a celebração, a confraternização e a integração dos golfistas que porventura não entraram nas chaves principais de suas categorias. Foi muito divertido.
Para fechar o ‘rol de novidades’, aqui vai mais uma; a partir desse ano o Aberto de Brasília tem a sua marca. A imagem (foto) criada pelos designers da HKL, uma empresa paulista, uniu vários conceitos muito pertinentes ao momento do Golfe do Centro-Oeste e no Brasil como um todo: o primeiro conceito é o da TRADIÇÃO DO ESPORTE representada pelas letras com tipía mais clássica; o segundo é o da MODERNIDADE, representada pela estilização de uma das construções mais recentes e inovadoras de Brasília, a Ponte JK, um dos cartões postais da cidade; e o terceiro é a VISÃO<
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